Eliana Alves Cruz entre os semifinalistas do Prêmio Oceanos


Foto: Fco Jorge

Um grupo de 72 jurados de cinco países de língua portuguesa definiu as 54 obras, de 1.467 concorrentes. Em novembro sai a lista do dez finalistas. O Prêmio Oceanos é considerado um dos prêmios literários mais importantes entre os países de língua portuguesa, sendo considerado o equivalente lusófono do britânico Man Booker Prize. Na lista há 34 escritores brasileiros, 18 portugueses e dois angolanos. Entre os 54 semifinalistas, há 26 romances (de 446 inscrições ao prêmio), 17 livros de poesia (de 690 inscritos), sete livros de conto (de 225 inscritos), três de crônica (de 82 inscritos) e um de dramaturgia (de 24 inscritos), com autores de três continentes.


Eliana Alves Cruz concorre com o romance histórico policial O Crime do Cais do Valongo, publicado pela Editora Malê em maio de 2018. Para o escritor e historiador Luiz Antonio Simas “O crime do Cais do Valongo” é literatura da melhor qualidade e firma Eliana Alves Cruz como uma voz poderosa e contundente da literatura brasileira. Como diz em certo trecho a protagonista Muana, “uma mulher do meu povoado jamais poderia deixar seus antepassados de lado”. A literatura de Eliana faz exatamente isso.”



Veja algumas opiniões sobre o romance:


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Mary Del Priore (escritora e historiadora)


“O crime do cais do Valongo” chega para falar da luta por liberdade por intermédio da busca pelo conhecimento, do acesso à informação e, principalmente, pelo direito à existência preservando a memória e a história de cada um.


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Geraldo Lima (escritor, dramaturgo e roteirista.)


“O Crime do Cais do Valongo” é, portanto, leitura imprescindível para nos aproximar, através da imaginação estética e da pesquisa histórica, de parte do nosso passado, ao mesmo tempo em que amplia o leque da produção literária levada a cabo pelos autores e pelas autoras negras deste país tão excludente.


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Flávia Oliveira (jornalista)


“O crime do Cais do Valongo” materializa o invisível. Foi escrito por uma mulher negra, tem protagonistas negros. De um lado, a africana escravizada Muana Lomuè, suas memórias e rancores; de outro, o mestiço Nuno Alcântara Moutinho, que resiste ao embranquecimento sugerido pela sociedade assentada no racismo. (...) Enquanto saboreia o enredo ficcional que parte do assassinato de Bernardo Lourenço Viana, rico comerciante branco, nos arredores do Valongo, o leitor aprende sobre as condições de vida que forjaram o Rio de Janeiro. E cujas cicatrizes ainda sangram.”


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