Mirian Cristina dos Santos e Marcos Antônio Alexandre na Primavera Literária de BH

16 Aug 2019

A escritora e pesquisadora Mirian Cristina dos Santos, autora de Intelectuais Negras: prosa negro-brasileira contemporânea, publicado pela Editora Malê em 2018, e o escritor e pesquisador Marcos Antônio Alexandre, autor de O teatro negro em perspectiva, publicado pela Editora Malê em 2017, participam da programação da Primavera Literária de Belo Horizonte.

 

 A editora Malê participa da feira de livros.

 

 

Realizada pela Libre – Liga Brasileira de Editoras, a Primavera Literária começou no dia 15/08 e segue até domingo, 18/08 em sua quarta edição.  O evento é uma iniciativa voltada para o fomento à produção literária, ao hábito da leitura e à promoção da Bibliodiversidade e conta com uma programação com batalhas de slams, contação de histórias, debates, oficinas, seminários e uma feira de livros e acontece no Centro Cultural Banco do Brasil (Praça da Liberdade, 450).

 

17/08, (sábado) 14 horas

O teatro negro em perspectiva, com Marcos Antônio Alexandre

 

18/08, (domingo) 15 horas

Prosa negro-brasileira contemporânea, com Mirian Cristina dos Santos

 

 

 

 

Lançado em 2017, pela Editora Malê, "o livro O teatro negro em perspectiva: dramaturgia e cena negra no Brasil e em Cuba surpreende, pois, pelas inúmeras convergências reveladoras do quanto há de pontos de contato na dramaturgia da diáspora negra nas Américas, instada a responder no palco às situações de exclusão e subalternidade oriundas do processo escravagista, até hoje vivas e atuantes no cotidiano de milhões de afrodescendentes. Revela também as particularidades específicas de cada contexto, a compor um conjunto amplo e diversificado, que inscreve a diferença a partir de dramas sociais e políticos distintos, embora convivendo com heranças e arquivos culturais comuns. Em suas 426 páginas, o livro de Marcos Antônio Alexandre se afirma como referência aos estudiosos da questão não apenas pelo ineditismo, amplitude e originalidade da pesquisa, mas, em especial, por recobrir todas essas lições com o empenho político e ético de trazer para o debate vozes até então pouco consideradas". (Eduardo de Assis Duarte).

 

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"Partindo de um lugar de fala claro e explícito - o da mulher negra - a autora, de saída, enuncia que se propõe a discutir o papel da mulher negra enquanto intelectual engajada na luta pela transformação da sociedade brasileira, a partir de narrativas negro-femininas contemporâneas. Tal clareza de objetivo norteia o trabalho como um todo, seja na discussão das relações raciais, das 'políticas do cotidiano' (nos termos de bell hooks), seja no questionamento do processo de constituição da identidade cultural do brasil, em meio a uma abolição inconclusa. Situando as autoras escolhidas como corpus literário de sua obra - a saber, Miriam Alves, Conceição Evaristo e Cristiane Sobral - parte para conceituação teórica, colocando-as como verdadeiras intelectuais, na medida em que, em seus livros, "abordam as principais demandas da mulher negra na contemporaneidade, dão visibilidade às culturas africanas e afro-brasileiras, denunciam a condição marginalizada e subalternizada do negro e fazem dessa literatura escrita por mulheres local de força, resistência, afirmação e denúncia". (Maria Aparecida Salgueiro)

 

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