Veja cinco obras para conhecer a ficção científica brasileira atual

A nova produção brasileira em ficção científica é diversa nos temas que cobre. De invasões alienígenas a robôs sexuais, os escritores que se aventuram no gênero estão inovando na forma de contar histórias de um jeito brasileiro.

O Sci-Fi fez uma seleção com cinco obras essenciais para quem quer ter um panorama da ficção científica brasileira atual.

Confira a lista abaixo.


O Caçador Cibernético Da Rua Treze, de Fábio Kabral


O romance lançado em 2017 é um marco para o afrofuturismobrasileiro. No livro, acompanhamos as aventuras de João Arolê, um caçador de espíritos malignos em um cenário futurista e repleto de referências da mitologia Iorubá.

EDITORA Malê

QUANTO R$ 45 (208 págs.)

Capa de “O Caçador Cibernético da Rua Treze”, de Fábio Kabral (foto: divulgação)


As Águas-Vivas Não Sabem de Si, de Aline Valek

Neste primeiro romance publicado por Aline Valek, conhecemos Corina, pesquisadora que embarca em uma expedição ao fundo do mar. Na viagem, o grupo de cinco integrantes experimenta escuridão, imensidão e a busca por inteligência no fundo do oceano.

EDITORA Rocco

QUANTO R$ 34,50 (296 págs.)



Aqui Quem Fala É da Terra, vários autores (org. de André Caniato e Jana Bianchi)

A coletânea de contos, umas das primeiras publicações da editora Plutão, traz nove histórias de encontros com alienígenas. Com momentos de terror e humor, o livro mostra a força dos novos escritores do gênero no Brasil. O livro está disponível apenas em formato digital.

EDITORA Plutão Livros

QUANTO R$ 7,90 (e-book)



Eros Ex Machina – Robôs Sexuais, vários autores (org. de Luiz Bras)

Antologia que traz contos de autores brasileiros sobre robôs sexuais. As histórias têm diversidade de visões sobre esse futuro –dos mais catastróficos aos otimistas– e fazem pensar sobre a chegada da tecnologia.

EDITORA @link

QUANTO R$ 35 (atualmente indisponível na editora)

Capa da coletânea de contos “Eros Ex Machina – Robôs Sexuais” (foto: divulgação)


3%, série criada por Pedro Aguilera

A série mostra um Brasil distópico e profundamente segregado, no qual apenas 3% da população é selecionada para viver em uma ilha altamente tecnológica e harmoniosa. O programa teve sua estreia em 2016 e está atualmente em sua segunda temporada.

Disponível na Netflix

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